É ano novo...as situações continuam todas velhas, mas ás vezes até supreendentemente, desastrosamente novas.
Há muito lutamos por um mundo melhor, diversas correntes lutam pelo bem, mas o mal também vence suas batalhas.
Claro exemplos nos levam à decepção, muitas vezes nos machucam os ferimentos por muito bater nas pontas de facas.
Lutamos pelas crianças, mas vemos tantas correntes as arrastarem para o precipício, que nossa forças simplemesmente não são o suficiente. Precisamos de mais soldados.
Nos encontramos diante de tantos erros, mas no nosso melhor otimismo, nem sempre revertemos a situação, sem no entanto desistirmos, cremos que cada volt dessa energia pode um dia fazer a diferença.
Enxergamos um mundo de pessoas marchando para a loucura e digladiando entre si, defendendo sua própria ideologia.
Nos novos tempos, vemos a futilidade, a superficialidade arrebatar a muitos, como se fosse um vírus mortal, que encontra livre trânsito nas mentes humanas, provocando irreparáveis danos na psique das pessoas, destruindo seus valores éticos e morais, mais arraigados.
O consumismo, a apologia e escalada das baixezas humanas, surpreende-nos a cada dia, com a crescente bestialidade dos motivos que levam o ser humano a comportamentos extremos, de violência, de egoísmo, de insensibilidade.
Da elegância e sugestionamento dos outrora livros de auto-ajuda, das matérias e programas que enriqueciam nossa cultura, da firmeza de caráter dos nossos antepassados, agora vemos a mídia arrastar zilhões em todo mundo, idolatrando e exacerbando o sexo, as bebidas, a contemplação dos desejos ínfimos do ser humano.
Viver uma vida virtual, já não é tão incomum assim. Observamos as pessoas vivendo suas vidas como num videogame, burlando as leis, burlando a ética, crentes de que terão outra oportunidade caso tudo saia errado, e que caso nada dê certo, poderiam deletar as ações, e redigir suas histórias novamente, como numa edição da própria vida.
Nesse virtualismo eles podem tudo. Se comprazem na satisfação de seus egos.
Mas esquecem que a vida é real, embora sutil, ela pode se tornar trágica.
A quebra de regras pode nos tornar suscetíveis a duras penas. Desde a decepção por ter enredado por caminhos tortuosos, até as consequencias mais devastadoras.
Na nossa cegueira coletiva, podemos realizar loucuras irreversíveis, dignas de punições severas.
Nossa felicidade é um bem precioso, mas, como qualquer tesouro, depende do nosso esforço e merecimento conquistá-la.
Os caminhos fáceis não existem. Ensinemos aos jovens e desavisados, que a lei do mínimo esforço nesse caso, pode não trazer resultados muito agradáveis.
Como nossos pais, podemos repetir a história, independente do crescimento do ponto de vista tecnológico, cultural ou até mesmo no campo das relações interpessoais.
A modernidade não destitui os bons costumes, não degrada os bons valores, não distorce o bom caráter.
Antonio Mello.
Uma opinião imparcial dos fatos marcantes, iluminada pela luz da razão e da ética moral.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A escola de malfeitores...
Muitas são as frases de eternos pilares da nossa história, frases de extrema sabedoria ou de extrema presença de espírito...
São citações que descrevem perfeitamente como devemos fazer e como não temos feito.
Grandes personalidades, que deram o exemplo de vida digna, honrada, e chegaram a determinada época de suas existências, colhendo frutos da experiência vivida e de visões positivas até mesmo depois de enormes dissabores.
Na esteira do tempo ícones vieram e se foram...uns heroicamente, outros se entregaram após lutas e lutas ao seu maior rival...as próprias fraquezas e sucumbiram a si mesmos...
Como bezerros dourados, olhávamos nossos ídolos, como tb olhamos nossos pais.
Eles despertaram o nosso amor, a nossa admiração, a nossa alegria, nossa compaixão, e sentimentos também nada nobres.
Nossos ídolos na nossa infância ou juventude, nos incutiam manias, copíavamos os trejeitos, as falas, roupas e nos vestíamos de sua personalidade.
A importância de uma infância bem vivida, de uma vida equilibrada entre o ilusório e o real era tênue, assim como são nossas lembranças daquela nossa época.
A influência de qualquer tipo de personagem, seja ele representante do bem ou do mal, nos põe à prova um caráter que ainda não estava completamente construído.
Daí a importância do que vemos e vivenciamos. A importância do controle da exposição de nossos jovens a toda sorte de conteúdos que apostam até mesmo em tecnologias modernas para burlar as barreiras iniciais de nossa mente, e transpassar o nosso crivo que discerne o bem do mal.
O conteúdo banal e pornográfico, o conteúdo consumista, o conteúdo manipulador de massas, delicia-se escorregando entre as redes mundiais das mídias visuais e sonoras.
O controle da opinião, do modo de vida de uma população, do seu comportamento mais íntimo, já não é tão fictício assim.
É um fato até mesmo que corriqueiro escolher entre uma técnica e outra de como direcionar alguém para o sucesso pessoal, ou como manipular massas para o precipício.
O alcóol, as drogas, ajudam a abrir, ou melhor escancarar brechas na nossa mente, para uma invasão permissiva de moldes de comportamento, opiniões e valores implantados estrategicamente no interior mais profundo das nossas mentes.
Antes...quando pequeninos, nossos pais impunham nossos horários, decidiam sobre nossos programas favoritos, nossas companhias, nossas vestes, nossa alimentação e etc.
Isso poderia ser de certa forma entendido como uma repressão à nossa expressão. Um controle aos nossos quereres, nossos desejos nem tão bem sob controle assim...de certa forma..ou de forma exatamente assim, nossos pais e pessoas do nosso convívio, e até mesmo políticas governamentais, impunham o que hoje conhecemos como limites.
Nossos cuidadores nos vigiavam de forma que navegávamos em mar tranquilo.
Lógico que em todas as famílias não era bem assim...sempre tínhamos conhecimento daquela amiga...ou amigo..que de certa forma julgávamos que tinham um comportamento um pouco mais à frente do nosso tempo e não tão raro assim, dava demonstrações de desrepeito às regras da época.
Os pais destas crianças, na forma de educar talvez não tenham podado tanto o comportamento desses filhos.....daí pressupor que não eram reprimidos e teriam desenvolvido uma mentalidade mais aguçada....livre de preconceitos e traumas, além de um comportamento mais desprendido
De certa forma evidenciavam a existência de limites mais amplos que lhes fora impostos na infância ou adolescência.
O que dizer de hoje...? Será que a modernidade não tropeçou nas próprias pernas?
O que pensar de jovens e crianças que apresentam um amadurecimento precoce, distúrbios de comportamento, personalidades agressivas e egoístas, ou ainda...doentias ?
Seria reflexo de uma educação repleta de permissividades, as quais não teriam estruturas para administrarem um mundo de valores desconhecidos?
Como incutir em jovens a figura do bem e do mal...do certo ou errado, se seus valores deturpados são incutidos antes mesmo deles terem mentalidade suficiente para realizar uma autoanálise? um julgamento próprio baseia-se em experiências anteriores....
E o que fazer quando não existem bancos de dados suficientes no nosso cérebro, para termos referências do que pode ou não estar correto?
Talvez, estejamos martelando as cabeças das crianças de hoje, com informações com as quais elas ainda não estão preparadas para administrar.
Talvez seja incutimento de valores para os quais eles ainda não teriam anticorpos..Dessa forma, seriam arrebatados facilmente para o lado que quiséssemos.
Acho que um dos maiores problemas mundiais hoje, é a falta de valores, ou a existências de pessoas com valores duvidosos.
Os limites já não são impostos, e de certa forma sem limites, eles não tem como avaliar riscos e consequências.
Como pensar o resultado de um comportamento do qual não tive exemplo nenhum...?
Como falar que é errado uma atitude tomada por influência da Tv, da internet, de amigos, se ainda não temos um caráter formado com base em valores sólidos?
A permissividade dada às crianças atualmente, expondo-as a conteúdo impróprio, expondo-as a veículos de informação carregados de material manipulador, os quais inteligentementes direcionados abrem brechas específicas da nossa mente, está criando pessoas com falhas gravíssimas de caráter...que infestam o mundo com seus valores deturpados, e recheiam os noticiários com manchetes cada vez mais estarrecedoras...inacreditáveis..do ponto de vista comportamental...da inexistência de limites...do ponto de vista ético moral.
A humanidade já não é a mesma...e percebemos um mundo de pessoas que não medem, não avaliam as consequências dos seus atos.
Ser moderno não é desprover nossas crianças da proteção do seu caráter..Ele ainda em formação precisa do zelo na implantação de bons valores, pelo bom exemplo..
Por que acham que nossos pais não discutiam na frente dos filhos?
Por que tínhamos horários em que nossos pais não permitiam que assistísssemos determinados programas?
Por que a cobrança por bom comportamento e boas notas na escola? Por que éramos agraciados com presentes quando nos comportávamaos de maneira exemplar?
Por que éramos lembrados para organizar nossos brinquedos, conservá-los? Por que todos os nossos desejos de criança não eram prontamente atendidos?
Por que éramos severamente castigados quando incorríamos em falha grave?
Por que....
Ora...Pais modernos...governadores inconsequentes...
Não é muito difícil recuperar uma sociedade perdida...
Basta reformularmos nossa maneira de introduzir as crianças na sociedade, os adolescentes...
Não precisamos voltar à escravidão....mas também não vamos soltar as crianças no meio de uma floresta cheia de armadilhas e animais sedentos como hoje é o mundo...como sempre foi o mundo.
Pensemos mais um pouco....paremos...e decidamos pelo bem do "bem".
Antonio Mello em 15-02-2012.
São citações que descrevem perfeitamente como devemos fazer e como não temos feito.
Grandes personalidades, que deram o exemplo de vida digna, honrada, e chegaram a determinada época de suas existências, colhendo frutos da experiência vivida e de visões positivas até mesmo depois de enormes dissabores.
Na esteira do tempo ícones vieram e se foram...uns heroicamente, outros se entregaram após lutas e lutas ao seu maior rival...as próprias fraquezas e sucumbiram a si mesmos...
Como bezerros dourados, olhávamos nossos ídolos, como tb olhamos nossos pais.
Eles despertaram o nosso amor, a nossa admiração, a nossa alegria, nossa compaixão, e sentimentos também nada nobres.
Nossos ídolos na nossa infância ou juventude, nos incutiam manias, copíavamos os trejeitos, as falas, roupas e nos vestíamos de sua personalidade.
A importância de uma infância bem vivida, de uma vida equilibrada entre o ilusório e o real era tênue, assim como são nossas lembranças daquela nossa época.
A influência de qualquer tipo de personagem, seja ele representante do bem ou do mal, nos põe à prova um caráter que ainda não estava completamente construído.
Daí a importância do que vemos e vivenciamos. A importância do controle da exposição de nossos jovens a toda sorte de conteúdos que apostam até mesmo em tecnologias modernas para burlar as barreiras iniciais de nossa mente, e transpassar o nosso crivo que discerne o bem do mal.
O conteúdo banal e pornográfico, o conteúdo consumista, o conteúdo manipulador de massas, delicia-se escorregando entre as redes mundiais das mídias visuais e sonoras.
O controle da opinião, do modo de vida de uma população, do seu comportamento mais íntimo, já não é tão fictício assim.
É um fato até mesmo que corriqueiro escolher entre uma técnica e outra de como direcionar alguém para o sucesso pessoal, ou como manipular massas para o precipício.
O alcóol, as drogas, ajudam a abrir, ou melhor escancarar brechas na nossa mente, para uma invasão permissiva de moldes de comportamento, opiniões e valores implantados estrategicamente no interior mais profundo das nossas mentes.
Antes...quando pequeninos, nossos pais impunham nossos horários, decidiam sobre nossos programas favoritos, nossas companhias, nossas vestes, nossa alimentação e etc.
Isso poderia ser de certa forma entendido como uma repressão à nossa expressão. Um controle aos nossos quereres, nossos desejos nem tão bem sob controle assim...de certa forma..ou de forma exatamente assim, nossos pais e pessoas do nosso convívio, e até mesmo políticas governamentais, impunham o que hoje conhecemos como limites.
Nossos cuidadores nos vigiavam de forma que navegávamos em mar tranquilo.
Lógico que em todas as famílias não era bem assim...sempre tínhamos conhecimento daquela amiga...ou amigo..que de certa forma julgávamos que tinham um comportamento um pouco mais à frente do nosso tempo e não tão raro assim, dava demonstrações de desrepeito às regras da época.
Os pais destas crianças, na forma de educar talvez não tenham podado tanto o comportamento desses filhos.....daí pressupor que não eram reprimidos e teriam desenvolvido uma mentalidade mais aguçada....livre de preconceitos e traumas, além de um comportamento mais desprendido
De certa forma evidenciavam a existência de limites mais amplos que lhes fora impostos na infância ou adolescência.
O que dizer de hoje...? Será que a modernidade não tropeçou nas próprias pernas?
O que pensar de jovens e crianças que apresentam um amadurecimento precoce, distúrbios de comportamento, personalidades agressivas e egoístas, ou ainda...doentias ?
Seria reflexo de uma educação repleta de permissividades, as quais não teriam estruturas para administrarem um mundo de valores desconhecidos?
Como incutir em jovens a figura do bem e do mal...do certo ou errado, se seus valores deturpados são incutidos antes mesmo deles terem mentalidade suficiente para realizar uma autoanálise? um julgamento próprio baseia-se em experiências anteriores....
E o que fazer quando não existem bancos de dados suficientes no nosso cérebro, para termos referências do que pode ou não estar correto?
Talvez, estejamos martelando as cabeças das crianças de hoje, com informações com as quais elas ainda não estão preparadas para administrar.
Talvez seja incutimento de valores para os quais eles ainda não teriam anticorpos..Dessa forma, seriam arrebatados facilmente para o lado que quiséssemos.
Acho que um dos maiores problemas mundiais hoje, é a falta de valores, ou a existências de pessoas com valores duvidosos.
Os limites já não são impostos, e de certa forma sem limites, eles não tem como avaliar riscos e consequências.
Como pensar o resultado de um comportamento do qual não tive exemplo nenhum...?
Como falar que é errado uma atitude tomada por influência da Tv, da internet, de amigos, se ainda não temos um caráter formado com base em valores sólidos?
A permissividade dada às crianças atualmente, expondo-as a conteúdo impróprio, expondo-as a veículos de informação carregados de material manipulador, os quais inteligentementes direcionados abrem brechas específicas da nossa mente, está criando pessoas com falhas gravíssimas de caráter...que infestam o mundo com seus valores deturpados, e recheiam os noticiários com manchetes cada vez mais estarrecedoras...inacreditáveis..do ponto de vista comportamental...da inexistência de limites...do ponto de vista ético moral.
A humanidade já não é a mesma...e percebemos um mundo de pessoas que não medem, não avaliam as consequências dos seus atos.
Ser moderno não é desprover nossas crianças da proteção do seu caráter..Ele ainda em formação precisa do zelo na implantação de bons valores, pelo bom exemplo..
Por que acham que nossos pais não discutiam na frente dos filhos?
Por que tínhamos horários em que nossos pais não permitiam que assistísssemos determinados programas?
Por que a cobrança por bom comportamento e boas notas na escola? Por que éramos agraciados com presentes quando nos comportávamaos de maneira exemplar?
Por que éramos lembrados para organizar nossos brinquedos, conservá-los? Por que todos os nossos desejos de criança não eram prontamente atendidos?
Por que éramos severamente castigados quando incorríamos em falha grave?
Por que....
Ora...Pais modernos...governadores inconsequentes...
Não é muito difícil recuperar uma sociedade perdida...
Basta reformularmos nossa maneira de introduzir as crianças na sociedade, os adolescentes...
Não precisamos voltar à escravidão....mas também não vamos soltar as crianças no meio de uma floresta cheia de armadilhas e animais sedentos como hoje é o mundo...como sempre foi o mundo.
Pensemos mais um pouco....paremos...e decidamos pelo bem do "bem".
Antonio Mello em 15-02-2012.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A febre de uma sociedade doente...
O sangue jorra ...a revolta instala-se, as forças fiéis ao estado promovem a segurança do ditador...
Os manifestantes revoltados...armados ou não, representam a massa insatisfeita pelas suas reivindicações não atendidas...
A população se esconde, mulheres e crianças primeiro...silencioso toque de recolher aos cidadãos amedrontados e vítimas mais uma vez do descaso dos governantes...reféns nas mãos da violência.
Não..., não estamos falando dos sírios, palestinos, afegães, egípcios...ou de nenhuma manifestação violenta nos países do sudoeste asiático.. e nem africano e nem tampouco sequer dos árabes, que comumente inunda nossos noticiários.
A guerra explode dentro das nossas entranhas, nas vísceras do nosso país, nosso já combalido mas irremediavelmente querido Brasil.
É uma guerra como todas as outras, sem sentido e movidas pela ganância, onde a finalidade é saciar a sede de dinheiro...por uma parte, ou a sede de poder por parte das autoridades, ou como queira, a sede de sangue dos agentes apaziguadores.
A sociedade dividida, não sabe que direção tomar.
As decisões das autoridades numa situação assim, é como sempre patética e equivocada. Estimulando a contrariedade para não ser engolido pela boca do leão adormecido e ameaçador (o povo). Temem ceder, e assim estimular ainda mais a desobediência dos seus mucamos.
A quem recorrer....? Se as forças que deveriam policiar nossa frágil segurança, se digladiam até a morte se necessário for. As patentes são ofuscadas pelo brilho dos fogos e manchadas pelo sangue amigo.
Como numa doença corrosiva, essa guerra urbana não é nada mais que uma das primeiras respostas de um corpo doente. Uma febre aqui, outra ali...e aos poucos a defesa do sistema ruindo, perdendo posições importantes das trincheiras de um organismo social.
Aos poucos, essa moléstia se apodera e deflagra um último e cruel ataque.
Será que as rédeas dos cordeiros brasileiros ainda permanecem em mãos firmes e impiedosas ?
Acho que os lobos, vorazes e despidos de qualquer misericórdia, se unem àqueles outros chacais...e apoiados pela força do capital, destroem os redutos dos valores patriarcais.
Dentre suas riquezas, a droga, o ílicito dinheiro, o contrabando, a exploração ilegal de humanos e de toda sorte de coisas que possam se transformar em riqueza, fazem surgir a nova força, um novo país, emergindo do mal e cambaleante, sendo dilacerado e partido em fatias tantas quantas forem necessárias, quantas fatias forem solicitadas pelos rebeldes, agora com uma causa bem clara...o poder !
Como num filme de ação, assistimos a tudo, mas nem sempre torcemos pelo mesmo lado. Muitas vezes queremos ver o mocinho vencer, mas...muitos de nós torcem pelo bandido, pois desperta mais compaixão por entrarem na luta por uma suposta causa nobre.
Às vezes, a revolta íntima nos faz torcer por aqueles que se assemelham a nós na escala social...e no entanto, por muitas vezes queremos que o chicote estale na punição severa de nossos irmãos traidores.
Que vença o melhor! Que vença a democracia...que nesse caso específico nunca existiu.
Que vença a sensatez...de ambos os lados. Na esperança de que a sociedade não se sinta refém das autoridades cruéis e irredutíveis e nem na mão de algozes, que outrora foram nomeados para nos proteger. Além disso...temos que cuidar do nosso ninho e protegê-lo dos abutres e espécies do gênero, que nessa hora saem confiantes na ausência e prostração dos seus predadores naturais.
Antonio Mello em 06-02-2012.
Os manifestantes revoltados...armados ou não, representam a massa insatisfeita pelas suas reivindicações não atendidas...
A população se esconde, mulheres e crianças primeiro...silencioso toque de recolher aos cidadãos amedrontados e vítimas mais uma vez do descaso dos governantes...reféns nas mãos da violência.
Não..., não estamos falando dos sírios, palestinos, afegães, egípcios...ou de nenhuma manifestação violenta nos países do sudoeste asiático.. e nem africano e nem tampouco sequer dos árabes, que comumente inunda nossos noticiários.
A guerra explode dentro das nossas entranhas, nas vísceras do nosso país, nosso já combalido mas irremediavelmente querido Brasil.
É uma guerra como todas as outras, sem sentido e movidas pela ganância, onde a finalidade é saciar a sede de dinheiro...por uma parte, ou a sede de poder por parte das autoridades, ou como queira, a sede de sangue dos agentes apaziguadores.
A sociedade dividida, não sabe que direção tomar.
As decisões das autoridades numa situação assim, é como sempre patética e equivocada. Estimulando a contrariedade para não ser engolido pela boca do leão adormecido e ameaçador (o povo). Temem ceder, e assim estimular ainda mais a desobediência dos seus mucamos.
A quem recorrer....? Se as forças que deveriam policiar nossa frágil segurança, se digladiam até a morte se necessário for. As patentes são ofuscadas pelo brilho dos fogos e manchadas pelo sangue amigo.
Como numa doença corrosiva, essa guerra urbana não é nada mais que uma das primeiras respostas de um corpo doente. Uma febre aqui, outra ali...e aos poucos a defesa do sistema ruindo, perdendo posições importantes das trincheiras de um organismo social.
Aos poucos, essa moléstia se apodera e deflagra um último e cruel ataque.
Será que as rédeas dos cordeiros brasileiros ainda permanecem em mãos firmes e impiedosas ?
Acho que os lobos, vorazes e despidos de qualquer misericórdia, se unem àqueles outros chacais...e apoiados pela força do capital, destroem os redutos dos valores patriarcais.
Dentre suas riquezas, a droga, o ílicito dinheiro, o contrabando, a exploração ilegal de humanos e de toda sorte de coisas que possam se transformar em riqueza, fazem surgir a nova força, um novo país, emergindo do mal e cambaleante, sendo dilacerado e partido em fatias tantas quantas forem necessárias, quantas fatias forem solicitadas pelos rebeldes, agora com uma causa bem clara...o poder !
Como num filme de ação, assistimos a tudo, mas nem sempre torcemos pelo mesmo lado. Muitas vezes queremos ver o mocinho vencer, mas...muitos de nós torcem pelo bandido, pois desperta mais compaixão por entrarem na luta por uma suposta causa nobre.
Às vezes, a revolta íntima nos faz torcer por aqueles que se assemelham a nós na escala social...e no entanto, por muitas vezes queremos que o chicote estale na punição severa de nossos irmãos traidores.
Que vença o melhor! Que vença a democracia...que nesse caso específico nunca existiu.
Que vença a sensatez...de ambos os lados. Na esperança de que a sociedade não se sinta refém das autoridades cruéis e irredutíveis e nem na mão de algozes, que outrora foram nomeados para nos proteger. Além disso...temos que cuidar do nosso ninho e protegê-lo dos abutres e espécies do gênero, que nessa hora saem confiantes na ausência e prostração dos seus predadores naturais.
Antonio Mello em 06-02-2012.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Momento de reciclar o produto homem...
O lamento da sociedade pela perda de valiosos costumes, dogmas...valores pessoais..
Cada vez mais o ser humano se distancia da excelência e marcha a passos largos para a bestialidade.
As emoções descontroladas e injustificadas, fizeram muitas vítimas novamente.
A título de que? decepção pela perda de um jogo? Provocações da torcida rival? Descontentamento com o desempenho dos atletas?....
Sinal dos tempos...sinal de que precisamos realmente de um fator divino que varra a face da terra e semeie novos campos, arrastando o bagaço do plantio anterior, após a devida colheita da boa produção.
Quem sabe os Maias não estarão certos?
Ciclos se fecham, e creio..estamos realmente pertos de um fechamento de ciclo.
Muitos fatores criam uma desordem sem antecedentes nesta civilização atual..Cataclismos, natureza revolta, doenças, idolatrias, crenças desvairadas, fome, miséria, exacerbação de valores futéis, descrença na justiça, criminalidade, violência contra crianças, mulheres, pais, filhos...
Poderia estar descendo as linhas desse texto sem repetir uma palavra...e ainda assim não conseguiria descrever metade das fraquezas humanas, dos seus desvios de comportamento, de pensamento, da maneira tola como gastam seu tempo no planeta...
Indivíduos que correm soltos pelo erro, conquanto não haja um olhar inibidor das suas atitudes vis...Eles se esbaldam na falta de vigilância, se desesperam em aproveitar cada segundo para tirar proveito próprio de coisas e situações mesquinhas.
Quando haverá uma correção para tudo isso?..Será realmente que haverá uma reciclagem mundial, uma limpeza geral, uma seleção natural ditada pela capacidade de gerar o bem?
A verdade é que intimamente sabemos que chegaremos ao fim..não sabemos quando.., mas inquietante é saber que a humanidade e todo o planeta pode ser sacudido numa enorme peneira da vida, seja pela confirmação de profecias advindas de ínumeras crenças religiosas e profecias mil, seja pelo acúmulo da maldade saturando o planeta como numa solução salina, que faria precipitar para o fundo a coisa mais densa e escura ...a maldade, a ganãncia e toda a sorte de sentimentos baixos, e comportamentos de uma bestialidade digna do mais bizarro demônio.
Quem sabe a proliferação de doenças. a escalada no números de tragédias naturais, chacinas e etc...devagarinho elas depuram o torpor da sociedade...
Acho sinceramemte.que é necessário o recomeço...na forma como vier...será o momento de reiniciar do zero, construindo um mundo novo na sombra do arrependimento coletivo, enxergando mais claramente, e não da forma anteriormente turva, embaçada, desfocada pelo falta de controle e de sentido.
Que enxerguemos acima das fraquezas, acima das maldades e vícios. Que enxerguemos um mundo novo, de crenças depuradas, de novas atitudes...um mundo repleto de seres que enxergam além do horizonte....
Antonio Mello - 03-02-2012.
Cada vez mais o ser humano se distancia da excelência e marcha a passos largos para a bestialidade.
As emoções descontroladas e injustificadas, fizeram muitas vítimas novamente.
A título de que? decepção pela perda de um jogo? Provocações da torcida rival? Descontentamento com o desempenho dos atletas?....
Sinal dos tempos...sinal de que precisamos realmente de um fator divino que varra a face da terra e semeie novos campos, arrastando o bagaço do plantio anterior, após a devida colheita da boa produção.
Quem sabe os Maias não estarão certos?
Ciclos se fecham, e creio..estamos realmente pertos de um fechamento de ciclo.
Muitos fatores criam uma desordem sem antecedentes nesta civilização atual..Cataclismos, natureza revolta, doenças, idolatrias, crenças desvairadas, fome, miséria, exacerbação de valores futéis, descrença na justiça, criminalidade, violência contra crianças, mulheres, pais, filhos...
Poderia estar descendo as linhas desse texto sem repetir uma palavra...e ainda assim não conseguiria descrever metade das fraquezas humanas, dos seus desvios de comportamento, de pensamento, da maneira tola como gastam seu tempo no planeta...
Indivíduos que correm soltos pelo erro, conquanto não haja um olhar inibidor das suas atitudes vis...Eles se esbaldam na falta de vigilância, se desesperam em aproveitar cada segundo para tirar proveito próprio de coisas e situações mesquinhas.
Quando haverá uma correção para tudo isso?..Será realmente que haverá uma reciclagem mundial, uma limpeza geral, uma seleção natural ditada pela capacidade de gerar o bem?
A verdade é que intimamente sabemos que chegaremos ao fim..não sabemos quando.., mas inquietante é saber que a humanidade e todo o planeta pode ser sacudido numa enorme peneira da vida, seja pela confirmação de profecias advindas de ínumeras crenças religiosas e profecias mil, seja pelo acúmulo da maldade saturando o planeta como numa solução salina, que faria precipitar para o fundo a coisa mais densa e escura ...a maldade, a ganãncia e toda a sorte de sentimentos baixos, e comportamentos de uma bestialidade digna do mais bizarro demônio.
Quem sabe a proliferação de doenças. a escalada no números de tragédias naturais, chacinas e etc...devagarinho elas depuram o torpor da sociedade...
Acho sinceramemte.que é necessário o recomeço...na forma como vier...será o momento de reiniciar do zero, construindo um mundo novo na sombra do arrependimento coletivo, enxergando mais claramente, e não da forma anteriormente turva, embaçada, desfocada pelo falta de controle e de sentido.
Que enxerguemos acima das fraquezas, acima das maldades e vícios. Que enxerguemos um mundo novo, de crenças depuradas, de novas atitudes...um mundo repleto de seres que enxergam além do horizonte....
Antonio Mello - 03-02-2012.
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